sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz ano novo!



Tempo, tempo, tempo...
No por do sol
a magia se realiza
feito festa.
Festa, festa, festa....
Tempo de festa 
e recomeço .
Tempo de paz e de colheita,
de sentir o perfume das flores,
de saborear as frutas.
De deixar fluir a energia do amor,
seguir a maré
e acreditar nos sonhos.


FELIZ 2012!

fotos: Ugo Perissinotto

Antônio Abujamra declama Mário Quintana

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

tramonto a Concordia


O sol sorri 
quando se põe no inverno.
Ele sabe que aquece o coração
de quem espera a primavera.


foto: Ugo Perissinotto

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Silent Night



eu colocaria outra música, mas gostei tanto das imagens que resolvi compartilhar.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


a dor não se mede
o amor extrapola qualquer medida.


foto: Ugo Perissinotto



 Há um sutil movimento,
a brisa, o vento...
Um leve vento 
leva
a solidão que encontra
um outro em si mesma.
No espelho a calma, a dor
 e a consciência.
Reflexos de ouro
quebram o gelo da alma
que voa...


                                                            
foto: Ugo Perissinotto

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Fonoaudiologia - 30 anos





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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

pequenas histórias de outono (2)


Se dizem que outono não tem flores, é mero engano!
Quando é dia de chuva no outono há uma fada que cria com suas mãos sonhos, flores e alegria.
Basta um retalho de tecido, um floco de algodão, tesoura, linha e, quem sabe, um dedal, para proteger a magia dos dedos.
 Ponto por ponto, pétala por pétala, surge o coração sorridente de uma flor.
As flores dessa fada  fazem o céu sorrir e, se acaso ele chora, é de alegria.
Se dizem que outono é frio, sem flores, triste, é mero engano!
Há uma fada que cria flores e alegrias em dias de chuva do outono.


foto: Ugo 
fiori: Bruna 
storiella: Mariângela

pequenas histórias de outono (1)



C'era una volta una farfalla infreddolita, perduta su una strada d'asfalto. Avanzava a fatica, sbattendo ali divenute pesanti, 
incapace  di sollevarsi dal suolo.
Per sua fortuna, una bambina, tornando da scuola la vide arrancare 
e corse a chiamare lo zio.
Egli la prese tra le sue calde mani e 
in men che non si dica, il piccolo esserino si rianimò.
Diede un bacio alla bambina e volò tra i fiori d'autunno.




foto e storiella: Ugo Perissinotto